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Testemunhos reais ajudam a desfazer mitos e desconstruir ideias que perpetuam o estigma sobre o VIH

Testemunhos reais ajudam a desfazer mitos e desconstruir ideias que perpetuam o estigma sobre o VIH

O estigma e a discriminação continuam a ser das principais barreiras para a prevenção, diagnóstico e tratamento do VIH. A esse propósito, a Dr.ª Inês Vaz Pinto comenta o testemunho dado no EACS 2019 por Gareth Thomas, um antigo jogador profissional de rugby, sobre o processo complexo que viveu desde o momento em que soube estar infetado com VIH.

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O antigo atleta do País de Gales terá demorado cerca de cinco anos a assumir o seu estado de saúde. Na sessão, Gareth Thomas descreveu "os anos em que viveu com este segredo, sem conseguir contar à família, muito isolado e com pensamentos suicidas". Para a médica do Hospital de Cascais, testemunhos como este são essenciais para "desfazer mitos e desconstruir ideias que ficaram desde a década de 80" de que o diagnóstico de infeção por VIH era uma sentença de morte.

"As imagens que ficaram desde essa época e a falta de conhecimento da população em geral, mas também da comunidade médica e profissionais de saúde, sobre a evolução que se registou nesta área, fazem perpetuar o estigma em relação ao VIH", afirma a Dr.ª Inês Vaz Pinto, uma atitude que pode prejudicar o acesso a um tratamento atempado e eficaz.

sábado, 09 novembro 2019 15:53
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